Avianca recebe certificação CAT III para operar em Guarulhos com nevoeiro.

Avianca A320

A Avianca Brasil, membro brasileiro da aliança global Star Alliance, foi certificada e recebeu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para operar no Aeroporto Internacional de São Paulo – GRU Airport sob a Categoria III (A) do sistema de aproximação por instrumentos, que prevê pousos em condições visuais restritas. Com essa liberação, a companhia torna-se a primeira e única do país a poder operar voos domésticos em Guarulhos mesmo em momentos de visibilidade reduzida.

“Essa certificação reduzirá a necessidade de alternarmos ou cancelarmos voos em função do mau tempo. O reflexo será positivo na experiência de viagem de nossos clientes e nos índices de eficiência, regularidade e pontualidade da companhia, que já são excelentes”, afirmou Norberto Raniero, Diretor de Operações de Voo da Avianca Brasil. 

Até 2015, o GRU Airport operava com o ILS-Categoria II, que permitia pousos com visibilidade horizontal de até 400 metros. A partir da homologação aeroportuária – em Junho do ano passado, com a versão Categoria III-A, as aeronaves tiveram a possibilidade de pousar com visibilidade de até 200 metros e sem teto (zero metro), contanto que as companhias tenham suas aeronaves e tripulações capacitadas e homologadas, o que será possível a partir de agora em voos domésticos com a Avianca Brasil.

André Le Senechal

Pesquisador apaixonado, piloto privado. Aluno de Aviação Civil na Anhembi Morumbi. Respira o ar do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos. Assíduo praticante de Plane Spotting e Simuladores de voo.
  • Rafael Moraes. Ta bruto hein…

  • As outras estão em processo de certificação, né? Alguém sabe?

  • Alvaro Soares kkkkkkkkkk quando tiver neblina esqueci

  • tinha que homologar isso no aeroporto de Curitiba.. pela manhã sofre com isso hehe

  • Gledson Teixeira Rafael Gandolfi. Aí sim hein!

  • Avianca um passo a frente!!

  • Ai sim Élio Henrique Freire

  • Dionatam Lemes…

  • Finalmente aos poucos a neblina deixará de ser desculpa para atraso nos vôos. Agora, precisa instalar o equipamento em outros aeródromos, como Galeão, Afonso Pena, e Salgado Filho

  • FINALMENTE .

  • Paulo Marques

  • Pra fazer em um único lugar qtas vezes por ano?

  • Entendeu agora Andrey Maia Carvalho

  • O problema é a falta de radar de solo, somente uma movimentação no aeroporto inteiro é um absurdo, por exemplo, enquanto uma aeronave faz o pushback, até ela decolar ngm pode movimentar no aeroporto inteiro, o mesmo acontecendo c uma aeronave pousando, até ela parar no finger ngm pode movimentar… Absurdo

  • E Curitiba também precisa.

  • Ooooooohhh!!! Deu ruim p gente tem problema n, acomoda na Avianca! Kkkkkkkkkkl