Azul é a companhia que mais transporta órgãos de transplante no Brasil.

Azul ERJ 190

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras é a empresa que mais transportou órgãos para transplantes no Brasil em 2015, segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Em 2015, de um total de 3.636 órgãos e tecidos transportados via modal aéreo, a Azul levou 1.192 deles, cerca de 33%. Essa quantia equivale, em média, a três transportes do tipo por dia. Entre janeiro e março deste ano, a Azul somou mais de 250 órgãos e tecidos transportados.

“A atuação da Azul nessa parceria inspira nossos Tripulantes, traz mais significado ao nosso trabalho diário e nos ajuda a cumprir nosso papel com a sociedade. É uma grande satisfação poder ajudar pacientes que precisam de um transplante. Por conta de nossa extensa malha aérea e melhor índice de pontualidade do país, podemos levar cada vez mais órgãos, de maneira ágil e segura”, afirma Antonoaldo Neves, presidente da Azul. “Nada é mais importante que a vida. A Azul, pautada pelo seu principal valor, Segurança e respeito à vida, tem papel fundamental nesse processo“, completa Neves.

Ainda, segundo dados do SNT, nos últimos dois anos houve aumento de 60% no transporte de órgãos para transplantes por via aérea, incluindo embarques nos voos da Força Aérea Brasileira (FAB). Além disso, o número de transplantes de órgãos cresceu 3,2% neste período. Nos últimos 10 anos, esse número aumentou 81%.

Partes do corpo humano como o coração, pulmão, fígado, rim, pâncreas, ossos, medula e pele são alguns dos órgãos e tecidos que podem ser transportados, em embalagens apropriadas, para doação. No caso do coração e do pulmão, o transporte deve ser realizado em poucas horas em virtude do tempo de isquemia.

A Azul realiza estes transportes gratuitamente e ainda disponibiliza assentos nos voos para as equipes de transplantes quando necessário, por meio do Acordo de Cooperação Técnica entre o Sistema Nacional de Transplantes, as empresas aéreas, o Comando da Aeronáutica e a Secretaria de Aviação Civil mediante a solicitação do Sistema Nacional de Transplantes.

Murilo Basseto

Formado em Engenharia, foi um dos líderes do Urubus Aerodesign da Unicamp e um dos responsáveis por alçar o grupo à elite mundial da engenharia aeronáutica universitária. Atualmente é assessor de editoria do AEROIN.

9 Comments:

  1. Parabéns Azul. Fiquei sabendo hj q a FAB deixou de transportar um fígado por falta de dinheiro!!!!!!!

    • Não é a primeira vez. No início do mês de março um fígado se perdeu porque segundo a FAB, nenhum avião voaria pro destino onde se encontrava o paciente que receberia o órgão. Faltou bom senso e amor ao próximo.

  2. Latam também faz isso e de graça….

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