Azul aumenta em R$122 milhões o lucro líquido no 1T17.

Azul S.A., a maior companhia aérea do Brasil em número de cidades servidas, anuncia hoje seus resultados para o primeiro trimestre de 2017 (“1T17”). A seguir estão algumas das informações mais relevantes entre os diversos dados apresentados a respeito da situação operacional e financeira da empresa.




No 1T17 a companhia atingiu uma Receita Líquida de R$1,9 bilhão, representando um aumento de 12% em comparação com o 1T16, devido principalmente a um fortalecimento da demanda e ao aumento das receitas auxiliares. Esse crescimento, combinado com as iniciativas de redução de custo, levaram a um resultado operacional de R$205,2 milhões, um aumento significativo comparado aos R$7,0 milhões registrados no mesmo período em 2016. Com isso, o lucro líquido cresceu R$122 milhões, saindo do um prejuízo líquido de R$66,9 milhões do 1T16 para o total positivo de R$55,3 milhões no 1T17.

A demanda de passageiros da Azul, medida em termos de RPK (passageiros-quilômetro transportados), registrou um aumento de 7,0% frente a um aumento de capacidade de 2,7% em termos de ASKs (assentos-quilômetro oferecidos), resultando em uma taxa de ocupação de 81%, 3,3 pontos percentuais acima da taxa registrada no 1T16. Além do aumento da capacidade, também foi registrado um aumento de yield (divisão da receita de passageiro pelo total de assento-quilômetro ocupado – RPK) de 1,2% ano a ano.

A Azul alcançou um RASK (receita operacional por assentos-quilômetro oferecidos) de 29,35 centavos no 1T17, representando um crescimento de 9,4% em comparação com o ano anterior. Com uma extensa malha e posição de única operadora em 72% das rotas servidas, a companhia atrai passageiros que viajam a negócios, que geralmente viajam com maior frequência e são menos sensíveis a variações de preços comparado aos passageiros que viajam a lazer.

De acordo com a ABRACORP, a Associação Brasileira de Viagens Corporativas, a participação da Azul na receita de agências corporativas representou 29% comparado à uma participação na demanda de passageiros (RPK) de apenas 18%.

Desde dezembro de 2016, foram adicionados oito A320neo à frota, que, em conjunto com os E-Jets e ATRs, são fundamentais para apoiar a estratégia de usar a aeronave adequada para os diferentes mercados servidos. Com as aeronaves de última geração A320neo, que devem totalizar 11 unidades até o final do ano, a Azul prevê que será possível reduzir o CASK em rotas mais longas em aproximadamente 30%.

O programa de fidelidade TudoAzul alcançou mais de 7,2 milhões de membros, representando uma adição de 1,2 milhão nos últimos 12 meses. Também houve aumento do faturamento do programa em 53% ano a ano, principalmente com a venda de pontos para bancos parceiros, contribuindo para um aumento de participação no mercado de fidelidade brasileiro.

A Azul encerra o trimestre com uma posição de caixa de R$1,5 bilhão, o que representa 22% da receita dos últimos 12 meses, e informa que no 1T17 pagou R$401,2 milhões de dívida de capital de giro. A companhia pretende continuar fortalecendo o balanço por meio da melhoria de resultados e da utilização dos recursos provenientes do IPO para o pagamento de dívidas de capital de giro.

 
Informações pela Assessoria de Imprensa da Azul S.A.
 

Murilo Basseto

Formado em Engenharia, foi um dos líderes do Urubus Aerodesign da Unicamp e um dos responsáveis por alçar o grupo à elite mundial da engenharia aeronáutica universitária. Atualmente é assessor de editoria do AEROIN.

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