FlyBondi, a primeira companhia aérea ultra low-cost da história da Argentina.

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Empresa deve escolher entre 737 e A320 (foto Airbus)

Um grupo de empresários argentinos, amparados em fundos provenientes de grandes nomes da indústria aeronáutica, acaba de divulgar a ideia de uma companhia aérea no conceito ultra low-cost no país portenho, a FlyBondi.

Por trás do projeto, como investidores, estão nomes como Michael Cawley, membro do conselho da Ryanair, Montie Brewer, ex-CEO da Air Canada e Robert Wright, fundador da British Airways Citiflyer Express, além do argentino Gastón Parisier e do suíço Julian Cook. Juntos, os investidores teriam aportado US$ 75 milhões com objetivo de iniciar as operações já em 2017, dando início à primeira empresa de baixo custo da história argentina.

O conceito já é conhecido no Brasil desde quando a GOL entrou no mercado, transformando-o e popularizando as viagens de avião. O movimento promoveu a inclusão e fez com que um novo mercado, cheio de viajantes que antes não voavam, fosse atingido e passassem a usar do avião como meio de transporte. Na Argentina, apenas 10% da população usa avião, a companhia projeta que 50% dos argentinos estarão voando em cinco anos.

Dentre os planos da empresa estão começar com 6 aeronaves e chegar a uma frota de 25 (modelo ainda não divulgado), em 5 anos, com os quais se almeja transportar 8 milhões de passageiros em voos domésticos e regionais. A Flybondi já se encontra inscrita como sociedade anônima desde 24 de Junho.

 

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O site da companhia na internet já está no ar sob o endereço flybondi.com. Embora ainda hajam poucas informações, já é possível conhecer o slogan da empresa que é “muito bom voar barato” e ter um infográfico com a estratégia de rotas (veja abaixo). Dentre os destinos iniciais estão Puerto Iguazú, Córdoba, Mendoza, Bariloche, Salta, Neuquén, Tucumán, Ushuaia, El Calafate, Comodoro Rivadavia, Resistencia e Rio Gallegos.

Um desafio ao governo Macri será flexibilizar as regras da engessada aviação argentina que, em tempos atuais, ainda conta com tarifas reguladas.

Com informações próprias e dos nossos amigos do Aviacionline.com

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  • César Leôncio

  • Prevejo greves!

  • Prevejo que vai ter que comprar comida no avião

  • Prevejo muitas promessas para os funcionários, que acreditam que vão crescer com a empresa… E 5 anos depois, mandam todos embora e começam a promessa novamente…

  • Prevejo que em poucos anos, a empresa perderá seu conceito e não terá definição no mercado de aviação. Se seguir os passos da GOL, claro!

  • Espero que sobreviva. Aqui no Brasil a Webjet não durou muito. Que a ideia funcione no país dos hermanos.

  • Mesmo conceito da Gol? Gol não tem conceito low cost

    • Até Pq uma carga tributária de quase 40% nenhuma empresa sobrevive.

  • Karla Mariela

  • Mira Joaquim Junior

  • Edelmiro Luna, olha só… Já sabia?

  • Alguém tem notícias sobre a lei que os deputados estavam querendo por curso superior para as pessoas que querem seguir o rumo de piloto comercial ?

  • Que seja um sucesso ! Imaginaram uma oferta de inauguração de rota GRU-AEP R$ 200,00 ida e volta ?

  • joseluizdacosta@bol.com.br

    Se os Hermanos abrir o mercado , a AA e Austral quebram.
    Monopólio é do governo.