Movimentação de cargas cresce 7,8% no Teca do Aeroporto do Recife

Imagem: Divulgação / Infraero.

O terminal de logística de carga (Teca) do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre (PE) registrou, no primeiro semestre de 2017, um crescimento de 7,8% na movimentação de cargas. Entre janeiro e junho de 2017, o complexo logístico recifense contabilizou 4.800,6 toneladas ante as 4.450,2 toneladas movimentadas no mesmo período de 2016. Com esse resultado, o Teca de Recife foi o terceiro mais movimentado da Rede Infraero no primeiro semestre deste ano.




A movimentação de cargas com saída para o exterior cresceu 7,9%, considerando que no primeiro semestre de 2017 foram registradas 3.182,4 toneladas, e em 2016, 2.949,1 toneladas. Os principais produtos processados no terminal foram pescados resfriados (atum/meca), frutas (mamão/manga), produtos ortopédicos, painéis eletrônicos, sandálias e artesanato.

Os produtos importados apresentaram um crescimento similar, de 7,8%.  De janeiro a junho de 2017 foram registradas 1.618,2 toneladas, enquanto no mesmo período de 2016 foram 1.501,1 toneladas.  Os principais volumes recebidos nesse período peças automotivas, hemoderivados, equipamentos e instrumentos médicos e farmacêuticos.

De acordo com o superintendente do Guararapes, Carlos Antônio da Silva, o crescimento nas movimentações do Teca se deve às novas fidelizações, assinaturas de termos de acordo tarifários com grandes empresas, e o cuidado do Teca em melhorar internamente as operações. “Nos últimos meses nossa equipe analisou a inclusão de novos segmentos, intensificou as visitas aos potenciais clientes e tem praticado preços bem competitivos, com objetivo de atrair mais empresas para o Teca”, assinalou o superintendente. Outro aspecto ressaltado por Carlos Antônio foi a ampliação da oferta de voos a partir de Recife.

Já para o gerente de Negócios em Logística de Carga do Teca, Rodrigo Moroni, o avanço do terminal se deve aos serviços diferenciados oferecidos com preços bastante atraentes para as empresas. “Estamos o tempo todo buscando soluções interessantes para nossos clientes, seja em relação a valores ou a qualidade no armazenamento dos volumes. Nosso compromisso sempre foi em oferecer serviços com características diferenciadas”, garante Moroni. Ele destacou também que o contato direto com os sindicatos do segmento de comércio exterior propicia uma ampla divulgação dos serviços do Teca.

Ampliação do Teca

Além disso, o complexo logístico recifense recebeu melhorias entre 2016 e 2017. Uma delas foi a implantação de uma sala climatizada no início do ano. A medida ampliou as instalações para o armazenamento de cargas que requerem condições de temperatura diferenciadas. O ambiente, de 150 m³ e 42 posições de armazenagem, conserva as cargas entre 15 C° a 25 C°, ideal para atender à demanda de hemoderivados e equipamentos médicos hospitalares. A sala possui também sistemas de gerenciamento e monitoramento, onde são registradas de todas as condições da armazenagem e rastreabilidade do período da estocagem.

O terminal de logística de carga do Guararapes possui uma infraestrutura moderna e variada para o processamento das cargas, contabilizando empilhadeiras com capacidades de 3 e 7 toneladas, aparelho de raios x para carga, porta-paletes para armazenamento verticalizado, balanças de capacidades variadas (30, 500 e 7.000 Kg), racks fixos e móveis para movimentação de cargas, paleteiras manuais, plataformas hidráulicas, entre outros.

Novo modelo comercial

Neste ano, a Infraero adotou um novo posicionamento estratégico e de mercado na área de logística de carga, buscando expandir o portfólio de serviços e produtos de logística integrada oferecidos pela empresa e ampliando a parceria com a iniciativa privada nos negócios. Os processos licitatórios de diversos Tecas da empresa são um passo importante dessas novas diretrizes.

Até o momento, cinco processos de concessões de complexos logísticos já foram realizados pela empresa: Goiânia (GO), Curitiba (PR), Vitória (ES), São José dos Campos (SP) e Recife (PE). Todos os contratos em questão preveem prazo de concessão de dez anos, sem investimentos vinculados por parte das empresas concessionárias. Os valores de luva (preço mínimo mensal) totais obtidos com os cinco contratos somam R$ 2,95 milhões.

Também estão planejadas as concessões do Teca de Joinville, com abertura do edital prevista para o dia 14/8, além do complexo logístico de Manaus, com lançamento do edital previsto para este semestre. Com o novo posicionamento, a Infraero busca permanecer alinhada às melhores práticas de mercado, mantendo a competitividade no mercado e buscando todas as oportunidades possíveis para gerar valor, reduzir custos e garantir a máxima eficiência.

Pela Assessoria de Imprensa da INFRAERO

Carlos Martins

Despertou a paixão pela aviação em 1999 em um show da Esquadrilha da Fumaça. Atualmente é piloto e Bacharel em Ciências Aeronáuticas. Formado em Design e Performance de Aeronaves pela California State University Long Beach e Segurança da Aviação pela Western Michigan University. Membro da AOPA e da AIAA.

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