Pesquisa da ANAC aponta 15 rotas domésticas com potencial de voos diretos.

Anacrotas

A pesquisa “O Brasil que Voa” realizada pela ANAC em 2014 com dezenas de milhares de passageiros em 65 aeroportos brasileiros, revela muitos dados interessantes. Um deles é referente às rotas com potencial de voos diretos, mas que hoje não são operadas por nenhuma empresa aérea.

A lista está logo abaixo e vai lhe surpreender:

1 – Rio de Janeiro (RJ) – Vila Velha (ES) – 150.926 viajantes

2 – Blumenau (SC) – São Paulo (SP) – 133.102

3 – Campo Grande (MS) – Rio de Janeiro (RJ) – 113.202

4 – Macaé (RJ) – Salvador (BA) – 109.389

5 – Cuiabá (MT) – Curitiba (PR) – 97.117

6 – Curitiba (PR) – Salvador (BA) – 91.931

7 – Recife (PE) – Belém (PA) – 82.253

8 – Gramado (RS) – São Paulo (SP) – 81.933

9 – Santos (SP) – Rio de Janeiro (RJ) – 81.188

10 – Curitiba (PR) – Fortaleza (CE) – 80.983

11 – São Paulo (SP) – Macapá (AP) – 73.428

12 – Florianópolis (SC) – Belo Horizonte (MG) – 71.690

13 – Recife (PE) – São Luis (MA) – 70.101

14 – Rio de Janeiro (RJ) – Teresina (PI) – 70.002

15 – São Paulo (SP) – Vila Velha (ES) – 69.737

 

É interessante observar, porém, que nem todas as cidades listadas possuem aeroportos capazes de receber voos de passageiros, e essa é uma lição para o Governo Federal, investir para atender não apenas à demanda corrente, mas também a uma eventual demanda reprimida, na espera da viabilização do transporte aéreo em suas cidades.

Além das 15 rotas com maior potencial, a ANAC disponibilizou em site a pesquisa completa contendo outras cidades com potencial de receberem voos. Veja na íntegra em http://www.aviacao.gov.br/obrasilquevoa

Carlos Ferreira

É profissional de marketing e pesquisador de temas relacionados à aviação há quase duas décadas. Leva a câmera fotográfica para onde vai e faz mais fotos de aviões do que dos passeios. Responsável pela linha editorial da revista eletrônica AEROIN.net.
  • Belém Recife, Belém Salvador, Belém Florianópolis é certo ter muitas viagens.

  • Além do governo investir na modernização dos pequenos aeroportos, deveria também criar algum tipo de programa de incentivos para Brasileiros criarem novas companhias aéreas, para atender essa demanda