STERNA é a nova companhia de cargas do Brasil, site já está no ar.

Foto exclusiva da equipe do TMA Curitiba

Foto exclusiva da equipe do TMA Curitiba


Chegou hoje ao Brasil o Airbus A300 da mais nova empresa aérea de cargas do país, a STERNA. Ainda há poucas informações sobre a empresa, uma delas é que a sede da empresa é em Brasília.

O site está no ar em www.sternacargo.com.br, porém ainda não traz detalhes da operação. O que se imagina, até pelo porte da aeronave, é que deve operar em rotas com maior demanda de cargas, como é o caso de São Paulo ou outras capitais do sul e sudeste para Manaus.

Algo que impressionou de início foram as bonitas cores com as quais a aeronave foi pintada. Atualmente a aeronave está em Curitiba, onde deve passar pelos processos burocráticos antes de começar a operar. A companhia ainda não solicitou rotas à ANAC.

Confira as belas imagens do site TMA Curitiba, que cobre tudo o que acontece na aviação daquela cidade.

Carlos Ferreira

É profissional de marketing e pesquisador de temas relacionados à aviação há quase duas décadas. Leva a câmera fotográfica para onde vai e faz mais fotos de aviões do que dos passeios. Responsável pela linha editorial da revista eletrônica AEROIN.net.

25 Comments:

  1. Deve ser mais uma empresa da família Lularápio da Silva Sauro.

  2. Espero que vingue. Porque as outras………

  3. Pelo azul deve ser do Aécio Never hahaha

  4. Que Legal, essa foi surpresa mesmo…e de A300 hein!!! Muito Bom!!!

  5. Para a minha alegria! Ver voando aqui no Brasil um A300!
    Isso é fantástico.

  6. Daniel Damo Lamaison Rômulo Branco Schenato

  7. Nessa altura de campeonato, vai voar de A300? Fretamentos só pode e no máximo.

  8. Vai uma carga? Gabriel L. Gondim

  9. …agora que eu vi não tem janelas é cargas. Boa sorte então.

  10. Seja bem vinda,STERNA e que venha junto melhores tempos para a Aviação brasileira.

  11. Começaram errado. Aeronave ultrapassada, obsoleta, com milhares de ciclos, intervalos de check’s cada vez mais curtos. Futuro candidato a alguma área remota de um aeroporto brasileiro, onde será destruído pelo tempo.

  12. Tem que voar full load para se pagar. Um A300 do tempo que o JetA1 custava uma merreca, nos dias atuais…começaram errado.

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