Viracopos testa uso de patinetes elétricos para segurança do Edifício Garagem.

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Patinetes 100% elétricos serão utilizados por agentes de segurança no Edifício-Garagem do Aeroporto Internacional de Viracopos. Os veículos, que ainda passam por período de testes, são meios de transporte limpos e não emitem gases poluentes. Além disso, vão agilizar a movimentação dos vigilantes no monitoramento dos veículos.

Com apenas uma carga de energia elétrica, os patinetes conseguem percorrer até 80 km, e chegam a velocidade máxima de 25 km/h. Com peso bruto de 51 kg, o patinete é acionado manualmente com o condutor em pé ou sentado, conta com motor de 800 w e uma bateria de íon-lítio de 60V 12 AH. Os patinetes são comercializados pela empresa SEEV Brasil.

Os testes em Viracopos durarão 15 dias, período em que a VESA – empresa que administra o estacionamento em Viracopos – decidirá se os veículos são viáveis para auxiliar a avaliação e controle de pátio.

O Edifício-Garagem, concluído em 2014 para a Copa do Mundo, tem capacidade para abrigar aproximadamente 4.000 veículos e dá acesso direto ao Novo Terminal de Passageiros por meio de uma passarela.

Além de incorporar veículos ecológicos em seu dia a dia, Viracopos assumiu, desde o início da concessão, um compromisso com o meio ambiente, investindo em geradores de energia a partir de gás natural e promovendo programas como Coleta Seletiva e Manejo de Fauna, ambos em operação desde 2014.

 

Autonomia Energética

Desde maio de 2016, Viracopos investe em energia limpa, adotando o gás natural como fonte energética. O insumo abastece os geradores de uma usina capaz de gerar 10 MW de energia elétrica para o complexo de Viracopos durante o chamado horário de ponta, entre 18h e 21h.

Por ser canalizado e ter fornecimento contínuo, o gás natural permite reduzir o constante fluxo de caminhões para recarga do tanque de combustível que abastece os geradores. Além de representar melhorias ao meio ambiente, isso garante mais segurança nas operações.

 

Coleta seletiva

O projeto de Coleta Seletiva está em operação desde 2014. Ele está baseado no conceito de Desenvolvimento Sustentável, isto é, possui viabilidade econômica, pois ao agregar valor aos resíduos gerados no sítio aeroportuário são reduzidos os custos e geradas novas receitas.

Além disso, o projeto constitui envolvimento social através da geração de renda e emprego, pois os resíduos são encaminhados, por meio da parceira com a empresa Corpus Saneamento e Obras, para uma Cooperativa, a Cooperlínia Ambiental do Brasil, que possui em média 25 cooperados.

 

Preocupação também com a fauna

O projeto Manejo de Fauna, também realizado desde 2014 em parceria com a Falco Brasil Serviços Ambientais, visa reduzir os riscos de colisão entre animais e aeronaves. Para isso, são desenvolvidas ações operacionais de monitoramento e manejo de animais e seus potenciais focos de atração em todo o sítio aeroportuário e suas imediações.

Da Assessoria de Imprensa

  • Eles só faltam testar aplicar taxas mais baratas porque do jeito que está logo fica somente a Azul operando lá…