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Biden tornará lei o uso de máscara em voos e mexerá com o setor de viagens

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Enquanto outros presidentes americanos emitiram ações executivas logo após assumir o cargo, Joseph R. Biden Jr. planeja promulgar uma dúzia de decretos apenas no dia da posse, incluindo a reversão da proibição de viagens e a obrigatoriedade da máscara em aviões, diz o The New York Times.

Quanto às máscaras, ele cumprirá uma promessa de campanha, onde previu que seria obrigatório o uso da cobertura facial em aviões e outros meios de transporte, em território americano, e que pode render multas pesadas e até prisão aos infratores. Hoje, trata-se de uma deliberação de cada empresa aérea, em linha com as recomendações do órgão de saúde local, o CDC.

Ele deve também rever as políticas de viagens em tempos do coronavírus e avaliar o afrouxamento das restrições para conexões com alguns países, bem como apertar ainda mais com outros. Detalhes sobre o tema não foram dados ainda.

Outra medida nessa série de decretos está também a rescisão da proibição de viagens em vários países predominantemente muçulmanos, que foi imposta por Trump desde seus primeiros dias como presidente e que gerou reações a favor e contrárias. Pela regra, viajantes de muitos países muçulmanos têm seu ingresso impedido nos EUA. Outro país que teve as viagens muito limitadas por Trump foi Cuba, para onde é possível viajar apenas em situações muito específicas, e que pode ver mudanças na gestão Biden (mas não de imediato).

Biden também planeja uma legislação de imigração abrangente, proporcionando um caminho para a cidadania para 11 milhões de pessoas, hoje vivendo ilegalmente no país. Além disso, prometeu vacinar 100 milhões de americanos contra o coronavírus em seus primeiros 100 dias, o que também favorecerá o turismo.

Por fim, mas não menos importante, plano de ação do poder executivo americano prevê pressionar o Congresso a aprovar um pacote de US$ 1,9 trilhão de estímulo econômico e alívio, que engloba empresas aéreas e todo o ecossistema do turismo, sinalizando uma disposição de ser agressivo no início do seu governo.

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