Emirates corta voos para os Estados Unidos após medidas de Trump.

Uma ordem executiva de Trump para banir a entrada de cidadãos naturais de seis países de maioria islâmica foi revisada e está em trâmite como recurso, após ter sido derrubada pela corte federal americana. Além disso, voos provenientes de 10 aeroportos localizados no Oriente Médio e África foram proibidos de embarcar eletrônicos maiores que celulares na cabine, tendo que ser despachados no porão, o que causou grande impacto nas operações de 9 companhias.




O porta-voz da Emirates comunicou ao público que a empresa tomou a decisão de diminuir seus voos como resultado da baixa na demanda. “No decorrer dos últimos três meses, observamos uma queda significante nas reservas para os Estados Unidos, em todos os perfis de passageiros. As recentes ações tomadas pelo governo americano em relação a vistos, vetos de segurança e eletrônicos, teve impacto direto no interesse do nosso passageiro em viajar para o país.”

Voos de Dubai para Fort Lauderdale e Orlando deixarão de ser diários e passarão a contar com 5 voos semanais. Seattle, Boston e Los Angeles agora terão apenas uma frequência diária, caindo de 14 voos semanais para 7. Novas medidas dos Estados Unidos em relação à imigração e segurança estão afetando tanto a Emirates quanto outras empresas como Etihad e Qatar, porém estas ainda não anunciaram reduções de frequências.

Recentemente, as americanas Delta, Unites e American se uniram para protestar contra subsídios dados pelo governo para as aéreas do Golfo Pérsico, classificando como ‘injustos’ os incentivos.
 

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