Estudo revela as piores rotas para se voar no Brasil

Toda vez que você se vê em um voo que atrasou, deve ficar se perguntando: será que isso só acontece comigo?

A AirHelp, empresa líder mundial em direitos aéreos para passageiros, também teve essa dúvida e fez um estudo sobre as rotas aéreas que têm as piores performances do Brasil, tanto para voos domésticos, quanto para rotas internacionais.




Avião Pouso Rota Aeroporto

Os resultados revelam que o destino que tem o maior percentual de voos interrompidos é o trajeto Brasília – Lisboa, com 38% de viagens sofrendo algum tipo de atraso ou interrupção.

Além desse, os outros trechos que formam o Top 5 com os maiores números de interrupções são: Rio de Janeiro (Galeão)-Bogotá (El Dorado), com 33%, São Paulo (Guarulhos)-Istambul (Ataturk), com 29%, Florianópolis-Chapecó, com 28%, e São Paulo (GRU)-Porto Velho, com 27%.

“Enquanto os aeroportos brasileiros se destacam no AirHelp Score com cinco entre os 20 melhores, ainda existe espaço para melhora em diversas rotas, como, por exemplo, a que liga Brasília a Lisboa, que tem uma alarmante porcentagem de quase 40% dos voos atrasados, cancelados ou com overbooking”, afirma Denis da Silva, analista de marketing da AirHelp.

Confira a lista com os quinze voos com mais atrasos neste ano (dados apurados de 1º de janeiro à 8 de outubro de 2018):

Brasília – Lisboa -> 38%
Rio de Janeiro (Galeão) – Bogotá -> 33%
São Paulo (Guarulhos) – Istambul (Turquia) -> 29%
Florianópolis – Chapecó -> 28%
São Paulo (Guarulhos) – Porto Velho -> 27%
São Paulo (Guarulhos) – Petrolina -> 27%
São Paulo (Guarulhos) – Adis Abeba (Etiópia) -> 26%
Recife – Petrolina -> 26%
São Paulo (Guarulhos) – Doha (Catar) -> 25%
Belo Horizonte (Confins) – Lisboa -> 25%
Campinas – Lisboa -> 25%
Fortaleza – Juazeiro do Norte -> 25%
Manaus – Rio de Janeiro (Galeão) -> 24%
Petrolina – Salvador -> 23%
Rio Branco – Porto Velho -> 23%

 
Informações pela AirHelp.
 




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Murilo Basseto

Formado em Engenharia, foi um dos líderes do Urubus Aerodesign da Unicamp e um dos responsáveis por alçar o grupo à elite mundial da engenharia aeronáutica universitária. Atualmente é Editor-Chefe do AEROIN.