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GOL pede 25 voos e pode ser a primeira do mundo a voltar a voar o Boeing 737 MAX

Avião Boeing 737 MAX 8 Gol Linhas Aéreas

É certo que a GOL Linhas Aéreas será uma das primeiras empresas aéreas do mundo a voar com o Boeing 737 MAX 8, após as modificações exigidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), em consonância com as novas determinações estipuladas pela sua par americana FAA.

Isso per se já seria óbvio. No entanto, há uma novidade.

Segundo os pedidos de voos da empresa aérea, autorizados na data de ontem, 2 de dezembro, pelas entidades de participam da gestão do tráfego aéreo no Brasil, a Gol poderá se tornar a primeira empresa aérea no mundo a retomar os voos regulares com o modelo.

Isso porque passaram a figurar no registro de voos da ANAC várias rotas, que seriam realizadas pelo Boeing 737 MAX 8. A lista está disponível abaixo e os voos seriam realizados em vários lugares do Brasil, tendo Guarulhos como base principal. As cidades que veriam o MAX nesse primeiro momento seriam, além de São Paulo, o Rio de Janeiro, Natal, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Goiânia, Florianópolis e Salvador.

A lista abaixo foi compilada pelo AEROIN com dados da ANAC. Ela mostra todas as rotas solicitadas pela GOL e aprovadas pelas autoridades. Os horários são UTC (três a mais do que Brasília).

PRIMEIRA DO MUNDO – é possível que, com isso, a Gol torne-se a primeira do mundo a voltar a voar com o MAX em voos regulares de passageiros. Isso porque poucas autoridades mundo afora já aprovaram o retorno do modelo, com especial destaque aos Estados Unidos e ao Brasil. Com isso, uma boa parte dos jatos deve permanecer parada pelos próximos meses.

Além da GOL, apenas a American Airlines anunciou que voaria o Boeing 737 MAX ainda nesse ano. Nenhuma outra empresa se pronunciou de maneira tão confiante a esse respeito. A Southwest, que será a maior operadora do modelo, disse que voará apenas em 2021 e a Copa Airlines, outro player que já vinha se preparando, ainda espera liberação de autoridades panamenhas, além de contar com uma malha essencialmente internacional e, por isso, depende de liberações no restante da região.

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