Governo inclui profissionais do setor aéreo como prioritários na vacinação

Divulgação Governo do Estado de SP

O Ministério da Saúde incluiu profissionais da área de transporte de todo o Brasil como grupo prioritário para recebimento da vacina contra COVID-19. De acordo com a pasta, os trabalhadores do setor, englobando os segmentos aéreo, terrestre e aquaviário, são considerados  prestadores de serviços essenciais para o desenvolvimento do país e por isso devem ser priorizados.

O informe técnico com a orientação foi publicado na segunda-feira, 18, no Diário Oficial da União (DOU). Estão na lista de prioridades  os funcionários das companhias aéreas nacionais, além de caminhoneiros; portuários, incluindo trabalhadores administrativos; funcionários de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas; funcionários de empresas brasileiras de navegação; e motoristas e cobradores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso

Diretamente beneficiado pela medida, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, comemorou a decisão. “Essa é uma grande notícia para nossos trabalhadores que continuaram, mesmo durante toda a pandemia, prestando um grande serviço ao nosso país. Esses profissionais terão o suporte do Governo Federal para garantir a vacinação como grupo prioritário e vamos garantir segurança e as condições que eles precisam para continuar nas estradas, portos e ferrovias”, afirma o ministro, em comunicado à imprensa.

Para se vacinar, os trabalhadores precisarão comprovar, por meio de documentação, que possuem vínculo ou fazem parte desses grupos. A logística e a data para início desses grupos prioritários da vacinação estão a cargo do Ministério da Saúde.

A vacinação em todo o país começou no domingo, 17, com a vacinação da primeira brasileira, fora da fase de testes, em São Paulo. Na segunda, os demais estados começaram a receber os lotes com a vacina com o apoio da Força Aérea Brasileira.

Informações do Ministério da Infraestrutura

Fabio Farias
Jornalista e curioso por natureza. Passou um terço da vida entre aeroportos e aviões. Segue a aviação e é seguido por ela.

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