Independente e com frota de jatos Embraer, ExpressJet quer voltar aos céus

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Foto de InSapphoWeTrust, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia

Mais uma empresa aérea planeja começar (ou voltar) a operar nos Estados Unidos, a exemplo das start-ups Global Crossing, Breeze Airways e Avelo: a ExpressJet. Apesar de ter operado uma respeitável frota de jatos Embraer até meados do ano passado, quando voava em nome de outras empresas em serviços regionais, a empresa acabou tendo suas operações encerradas depois que a United Airlines suspendeu o contrato de parceria.

Muitas demissões e devoluções de aeronaves depois, a companhia passou a enxergar uma janela de oportunidade para que volte aos céus americanos, mas com uma “empresa solo”.

De acordo com a ExpressJet, a companhia aérea passou os últimos meses de 2020 trabalhando na transição das aeronaves, já que a frota de Embraer ERJ-145 foi vendida para a United Express e a Commutair. Mas agora, já “livre, leve e solta”, a empresa tem a meta de recompor suas aeronaves. O modelo escolhido não poderia ser outro: o ERJ-145.

Por conhecer muito bem a aeronave e ter jatos disponíveis para aquisição, parece, de fato, a escolha lógica da empresa americana. A verdade é que a ExpressJet foi, por anos, a maior operadora mundial do ERJ-145. O primeiro já foi adquirido, é um ERJ-145LR com 16 anos de idade e que antes voou na Trans States com registro N844HK.

Apesar de o número inicial de aviões não ter sido divulgado, o plano de negócios da empresa prevê que ela tenha 300 funcionários em 12 meses. Um mapa de rotas ainda não foi anunciado, mas o reinício está planejado para junho de 2021.

Carlos Ferreira
Managing Director - MBA em Finanças pela FGV-SP, estudioso de temas relacionados com a aviação e marketing aeronáutico há duas décadas. Grande vivência internacional e larga experiência em Data Analytics.

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