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Mais um avião Embraer é entregue à Breeze Airways, do brasileiro David Neeleman

David Neeleman à frente de um Embraer 195 – Imagem: Breeze Airways

A nova empresa aérea americana Breeze Airways, que estreou seus voos no último dia 27 de maio, recebeu nesta segunda-feira, 14 de junho, mais um avião E-Jet de primeira geração para sua frota composta exclusivamente por jatos da fabricante brasileira Embraer.

A informação foi anunciada hoje pela empresa de leasing Nordic Aviation Capital (NAC), que confirmou que entregou o sexto Embraer E190, de número de série (MSN) 19000077, para a Breeze Airways em regime de locação.

Este E190, segundo dados do Planespotters, foi fabricado em 2007 e entregue à empresa aérea canadense Air Canada. Ela o utilizou até fevereiro de 2019, quando então o retirou de operação.

Depois, o E-Jet ganhou matrícula provisória N977NC e ficou estocado em Tucson, nos EUA, e depois em San José, na Costa Rica, até sair da estocagem no último dia 9 de junho de volta para os EUA, conforme registros de voo da plataforma RadarBox.

Fundada pelo empresário da aviação de nacionalidade brasileira David Neeleman, que também criou a Azul Linhas Aéreas, a Breeze Airways é uma companhia aérea de custo ultrabaixo. Sua missão é tornar o mundo das viagens simples, acessível e conveniente, oferecendo voos ponto-a-ponto de aeroportos menores e secundários, evitando hubs para entregar tempos de viagem mais curtos e melhorando a experiência de viagem do cliente usando tecnologia, engenhosidade e gentileza.

Imagem: Breeze Airways / Embraer

A companhia estreou suas operações com três aviões Embraer E195 que voavam antes na Azul, mas já tem outros cinco E190, além deste sexto de hoje, entregues pela NAC nos últimos meses e, por enquanto, ainda não colocados em voo. Todos os E190 voaram antes na Air Canada. A NAC firmou contrato para fornecer 15 aviões deste modelo à Breeze.

Apesar do início com os aviões da Embraer, a companhia tem uma grande encomenda de jatos Airbus A220 novos de fábrica, porém, segundo declarações de Neeleman, os E-Jets ainda permanecerão por algum tempo na frota após o início das entregas do modelo concorrente.

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