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Ministro da Infraestrutura comemora resultado do leilão de aeroportos

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Imagem: Alan Santos-PR/Wikimedia

“Com garantia de R$ 6,1 bilhões em investimentos em 30 anos e arrecadação superior a R$ 3,3 bilhões, o primeiro dia da Infra Week, com os leilões de 22 aeroportos, divididos em três blocos (Sul, Central e Norte I), representa uma vitória importante para todo o país”.

A avaliação é do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, após a realização da sexta rodada de concessões na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo.

“A gente está celebrando a vitória da ousadia, do trabalho e da infraestrutura”, afirmou Tarcísio. Para o ministro, o país soube sair na frente ao manter os leilões para esta semana, enquanto outras nações suspenderam as negociações previstas. “Estou muito feliz de ver grupos importantes participando. Isso é o maior sinal de prestígio, sinal de confiança no nosso país.”

Crescimento

“Investimento na infraestrutura aeroportuária é fundamental para nossa estratégia de crescimento da aviação civil. Que coisa boa ter a Vinci operando na região Norte, onde o transporte aéreo é fundamental para conectar as pessoas ao restante do país. E como é bom ver a CCR operando aeroportos. E que apetite! Um grande grupo, que tem feito um grande trabalho”, elogiou o ministro da Infraestrutura.

Na avaliação de Tarcísio de Freitas, o resultado positivo nos leilões também se deve à atuação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) durante a pandemia de Covid-19. “[A Agência] veio com medidas de proteção de caixa para companhias aéreas e, também, para as concessionárias de aeroportos. Atuou no reperfilamento das outorgas, no reequilíbrio econômico-financeiro, e tudo isso de uma maneira muito rápida”, disse.

Novas Rodadas

Prevista para o primeiro semestre de 2022, a sétima rodada de leilões aeroportuários terá mais 16 equipamentos, em três novos blocos. Entre eles, os aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

A estruturação dos projetos está em fase adiantada, afirmou Tarcísio. Na sequência, virão audiências públicas e análise do Tribunal de Contas da União (TCU).

Informações do Ministério da Infraestrutura

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