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Mônica Edo, a primeira brasileira a voar um NA T-6 no país saúda aos aviadores no dia de hoje

Compartilhamos aqui um depoimento e breve história de Mônica Edo, a primeira mulher a pilotar um avião North American T-6 no Brasil, que saúda todos os aviadores nesse dia 23 de outubro.

Mônica Edo, a primeira mulher a pilotar um avião da categoria NA T-6 no Brasil, é uma apaixonada confessa pelo mundo aéreo. “Sempre fui encantada por esportes e ao conhecer o paraquedismo esse encantamento foi crescendo”, recorda.  

Monica começou sua carreira como paraquedista aos 16 anos de idade, tendo realizado o primeiro salto em 1978. Em 1983, na cidade de Lençóis Paulista, conheceu um dos principais impulsionadores de show aéreo na história brasileira, o comandante Carlos Edo, com quem se casou.

Inclusive, foi o casal que iniciou o chamado “Circo Aéreo”, constituído por uma esquadrilha de aviões e uma equipe de paraquedismo, com os quais participou de inúmeros eventos aéreos nos últimos 35 anos, além ter filmado diversas propagandas de TV e até mesmo cenas de novela.  

O “Circo Aéreo” foi a primeira equipe civil no país a ser formalmente autorizada pela autoridade aeronáutica a fazer voos em formação, abrindo espaço para outras esquadrilhas no país.  

Assista ao vídeo produzido por Mônica Edo e pela Greenew, empresa especializada em Marketing 360:

No contexto da aviação, Mônica Edo destaca o relevante papel da Associação Brasileira de Mulheres Aviadoras do Brasil – AMAB, uma organização sem fins lucrativos, que fomenta a carreira da mulher aviadora, por meio de incentivo, treinamento e networking.

“A associação direciona as mulheres que querem ingressar nesse mundo maravilhoso”, comenta Mônica que finaliza: “Em 2006, comecei a pilotar um NA T-6 e sempre que ‘tiro essa máquina do chão’ tenho a mesma sensação de que as melhores coisas da vida estão do outro lado do medo. Sinto-me inteira na situação. E é essa mesma inspiração que quero continuar oferecendo às mulheres, seja voando ou saltando de paraquedas a todas as mulheres”.  

“Os pilotos diariamente nos mostram que a limitação está dentro de cada pessoa e que é possível superá-la. Por isso, é uma honra prestar esta homenagem a todos os aviadores nesta ocasião”, celebra Marina Porchat, Diretora de Operações na Greenew.  

Mais sobre Mônica Edo

Brevetou-se no aeroclube de Joinville, no ano de 1990, e no ano de 2006 passou a voar solo nos aviões North American T-6 (que foram treinadores militares da Segunda Guerra mundial, e que são utilizados em demonstrações aéreas pela sua equipe, inclusive com voos em formação).

Atualmente, ela já conta com cerca de 200 horas de voo nesse modelo de avião, incluindo cerca de 30 demonstrações voando em ala e fazendo acrobacias pelos céus do Brasil.

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