O Embraer E2 poderá substituir os Boeing 737 MAX na Papua-Nova Guiné

Com o aterramento e a suspensão temporária da produção do Boeing 737 MAX, muitas empresas aéreas de todo o mundo tiveram que rever seus planos de negócios. Na última semana a companhia nacional da Papua-Nova Guiné, declarou que busca uma solução, a qual envolve a Embraer.

A Air Niugini chegou anunciar várias novas rotas, pois contava com a chegada das aeronaves para o início deste ano. No entanto, o adiamento da produção parece estar fazendo a empresa mudar de ideia e iniciar uma revisão de seus planos de rede.

O CEO da companhia, Alan Milne, disse em comunicado que a empresa busca renovar sua frota de Boeing 737NG e Fokkers 70 e 100 o quanto antes e que isso é decisivo para assegurar a execução do plano de negócios da empresa. Mas, para que isso aconteça, é necessária a chegada do 737 MAX.

Agora, com esse atraso e a revisão dos planos, quem pode sair com uma encomenda extra é a Embraer. Apesar dos jatos da série E2 já fazerem parte dos estudos da empresa aérea, segundo o CEO, ela agora considera inclusive empregar mais jatos fabricados no Brasil em rotas que poderiam ser dos 737 MAX. A aquisição dos Embraer aconteceria via empresas de leasing.

Tamanhos diferentes

Segundo esse novo plano, as aeronaves menores da família E2, poderiam ser os substitutos perfeitos para os Fokker 70 e 100 da companhia com quase 30 anos de idade, enquanto que, mesmo sendo menor que o 737 MAX, o Embraer E195-E2 poderia ser a solução a curto prazo na sua substituição, mantendo assim uma frota padronizada e de fácil transição entre tripulantes da Air Niugini.

Segundo o executivo, o martelo está para ser batido nas próximas semanas, quando a companhia tiver mais clareza do destino a ser dado aos seus futuros Boeing 737 MAX.

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