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Pilotos do jatinho usado na fuga do brasileiro Carlos Ghosn devem pegar pena máxima

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Foto de flybyeigenheer, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia

No dia 20 de janeiro, promotores pediram a pena máxima prevista de 12 anos para um gerente e dois pilotos da empresa aérea MNG Jet, acusados ​​de “contrabandear” o ex-presidente da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, para fora do Japão, informou a agência de notícias estatal da Turquia.

Na terceira audiência do processo, que envolve um total de sete pessoas, os promotores solicitaram que o tribunal absolvesse dois outros pilotos da acusação de “contrabando ilegal de migrante”, disse a Agência Anadolu. Emitindo sua opinião final sobre o caso, os promotores também exigiram que as acusações contra dois comissários de bordo fossem retiradas. 

Em vez disso, recomendaram que os dois que o levaram de Istambul a Beirute fossem julgados por não terem relatado um crime. O julgamento final foi adiado até 24 de fevereiro, quando o tribunal de Istambul poderá proferir os veredictos.

Foto de Thesupermat, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia

A fuga

Ghosn, de 66 anos, foi preso por alegações de má conduta financeira em Tóquio em 2018 e escapou enquanto aguardava julgamento lá. De maneira oculta de Osaka a Istambul em um avião particular e, em seguida, transferido para outro avião para Beirute, onde chegou em 30 de dezembro de 2019. Acredita-se que ele tenha sido levado dentro de uma grande caixa de instrumentos musicais.

Todos os quatro pilotos e dois comissários de bordo negaram envolvimento nos planos para ajudar Ghosn a fugir, insistindo que não sabiam que ele estava a bordo. Os pilotos disseram que apenas tomaram conhecimento de que Ghosn estava a bordo depois que o avião decolou e que voaram sob ameaça.

A companhia aérea turca MNG Jet admitiu que dois de seus aviões foram usados ​​ilegalmente na fuga e que um de seus funcionários admitiu falsificar registros de voos para que o nome de Ghosn não aparecesse neles.

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