Seguranças do aeroporto do Galeão não tinham autorização para atuar como vigilantes

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de ontem (11) a operação Segurança Legal, para apurar suspeitas de irregularidades na prestação de serviços de segurança privada no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão.

De acordo com as informações da PF, uma empresa privada contratada pelo Consórcio RioGaleão, responsável pelo terminal, estaria usando pessoas não autorizadas pela Polícia Federal nas funções de vigilante, com uso irregular de armamento e de uniformes em desacordo com as normas legais.

“Outras irregularidades na prestação dos serviços de segurança aeroportuária também são objeto das investigações”, informou a PF.

Em nota, o Consórcio RioGaleão informou que os procedimentos de contratação de empresas terceirizadas “cumprem rigorosamente todos os processos legais” e que a concessionária “exige que os prestadores de serviços exerçam suas atividades conforme a legislação vigente no país”.

“O RIOgaleão ressalta que está à disposição das autoridades e dará apoio irrestrito às investigações”, conclui a nota.

Informações da Agência Brasil

Carlos Ferreira
Managing Director - MBA em Finanças pela FGV-SP, estudioso de temas relacionados com a aviação e marketing aeronáutico há duas décadas. Grande vivência internacional e larga experiência em Data Analytics.

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