Subsidiária da American retoma voos após corrigir falha de manutenção nos aviões

As operações da PSA Airlines, subsidiária regional da American Airlines, estão voltando à normalidade após uma suspensão de uma semana por parte da FAA.

Divulgação – PSA Airlines

A agência americana responsável pela regulação da aviação civil suspendeu, no último dia 28 de janeiro, o certificado de operador aéreo da PSA, alegando falta de cumprimento de diretrizes emitidas pela própria FAA.

Operando sob a marca American Eagle, a PSA conta com uma frota exclusiva de jatos Bombardier (hoje Mitsubishi) CRJ-700 e CRJ-900, com 130 aviões ao total, e todos eles ficaram impedidos de voar, causando o cancelamento de, ao menos, 120 voos.

Tudo isso porque, em 25 de junho do ano passado, a FAA emitiu uma Diretriz de Aeronavegabilidade (AD), sobre uma corrosão afetando o trem de pouso dianteiro dos jatos CRJ que a PSA opera. A diretriz, de número 2020-25-06, alerta que todos os operadores dos jatos CRJ devem fazer manutenção na “camisa do cilindro”, que atua hidraulicamente na extensão e retração do trem de pouso dianteiro.

Uma corrosão precoce estava afetando a peça, e que as empresas deveriam fazer a troca até o dia 27 de janeiro de 2021, mas a PSA Airlines não fez.

Como consequência da falta desta troca, que tem um custo estimado de 48.589 dólares (R$263 mil) por jato, a FAA suspendeu as operações da PSA. E só hoje a empresa foi autorizada a voar, quando confirmou que concluiu a manutenção de 19 jatos – o número registrado de aviões da empresa em voo simultâneo hoje segundo o FlightRadar24.

Todos os voos da PSA na data de hoje – FlightRadar24
Carlos Martins
Fascinado por aviões desde 1999, se formou em Aeronáutica estudando na Cal State Long Beach e Western Michigan University. Atualmente é Editor-Chefe no AEROIN, Piloto de Avião, membro da AOPA, com passagem pela Avianca Brasil. #GoBroncos #GoBeach #2A

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